O bagulho é doido
Por Marcos Serpa
Apesar de ter recebido a sugestão de pauta em cima da hora e por isso fazer a matéria “no susto”, lá fomos eu e o câmera Thiago, cobrir o “Rio Contra Dengue” para a AraruTV. Optei por fazer uma abordagem “engraçadinha”, criando um personagem, o “repórter-MC” (é, gente... eu me amarro em brincar assim), mas sempre procurando tratar as fontes e a estrutura jornalística do jeito que a gente aprende no curso. O evento não teve divulgação local. As chamadas no programa de TV da Furacão 2000 e o bom e velho boca-a-boca arrastaram à praça 10 mil pessoas numa quarta-feira à tarde. Não imaginava que a audiência fosse tão grande, mas depois de passar a semana inteira ouvindo a frase “eu bem te vi no programa da Furacão na TV...” (exibido na Band e gravado nos bailes realizados pela equipe), percebi que “o bagulho é doido”, como os funkeiros não cansam de repetir. Já estive em diversos bailes (principalmente a trabalho), mas esse foi totalmente diferente: na paz, sem aquele clima tenso característico, no qual você sente que a briga vai começar a qualquer segundo, porém sem deixar a diversão de lado. Azar dos mosquitos. Como éramos o único veículo a cobrir o evento, tivemos a atenção exclusiva dos artistas e autoridades. A exceção foi o DJ da equipe, extremamente antipático e arrogante. Ossos do ofício. Aproveitamos a autonomia que temos no site para fazer uma pequena “homenagem” a ele no final do vídeo.
https://www.youtube.com/watch?v=njifArj1ucs